Clinica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia

Clínica ortopédica

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+55 42 3225-2252
R. Balduíno Taques, 1599 - Contorno, Ponta Grossa - PR, 84052-460, Brasil
4.3
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Localização

Descrição


Formado em 1970 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital de Clínicas da UFPR em 1971 e 1972. Atua em Ponta Grossa desde 1973. Especialização em Artroscopia no instituto COHEN em 1991 e na Miami University em 1997. Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho e Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE). Membro titular da Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação e Especialista em Fisiatria. Membro da Sociedade de Terapia por Ondas de Choque (SBTOC). Membro da International Society of Arroscopy Knee Surgery and Orthopedic Sports Medicine (ISAKOS). Membro da Sociedad Latino Americana de Artroscopia Rodilla Y Deporte (SLARD). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Formado em 1984 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital de Clínicas da UFPR em 1985, 1986 e 1987. Atua em Ponta Grossa desde 1988. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Especialização em Cirurgia da coluna vertebral no Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo em 1989. Membro titular da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Formado em 1985 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital de Clínicas da UFPR em 1986, 1987 e 1988. Atua em Ponta Grossa desde 1989. Especialização em Cirurgia do Quadril no Hospital São Camilo de São Paulo em 1989. Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Quadril (SBCQ). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Formado em 1998 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital de Fraturas da XV e no Hospital Infantil do Pequeno Príncipe, em Curitiba, em 1999, 2000 e 2001. Especialização em cirurgia da coluna vertebral no Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo em 2002. Atua em Ponta Grossa desde 2003. Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro titular da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Formado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 2000. Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Novo Mundo, Curitiba - PR, de 2001 a 2003. Especialização em Artroscopia e Cirurgia do Joelho no Instituto Cohen, São Paulo - SP, durante ano de 2004. Atua em Ponta Grossa desde 2005. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE). Membro da Sociedade de Terapia por Ondas de Choque (SBTOC). Membro da International Society of Arroscopy Knee Surgery and Orthopedic Sports Medicine (ISAKOS). Membro da Sociedad Latino americana de Artroscopia Rodilla Y Deporte (SLARD). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Formado pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná - FEMPAR, Curitiba - PR, em 1997. Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Municipal Antonio Giglio, Osasco - SP, de 1999 a 2001. Especialização em Cirurgia de Mão no Hospital XV Clínica de Fraturas e Ortopedia, de 2002 a 2003. Atua em Ponta Grossa desde 2003. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Formado pela Universidade Severino Sombra – Vassouras – RJ. Residência médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital e Maternidade Angelina Caron, Curitiba – PR. (conclusão 2004). Atende em Ponta Grossa desde 2008. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE). Membro da Internacional Society of Arroscopy Knee Surgery and Orthopedic Sports Medicine (ISAKOS). Membro da Sociedad Latino Americana de Artroscopia Rodilla Y Deporte (SLARD). Atende aos Hospitais: Santa Casa, Bom Jesus e Hospital Geral Unimed.

Formado pela Universidade José do Rosário Vellano, Alfenas – MG. Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Mario Gatti, Campinas – SP, de 01/02/2003 à 31/01/2006. Atua em Ponta Grossa desde 2008. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé. Membro da Sociedade de Terapia por Ondas de Choque. Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Formado pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná, Curitiba – Pr. em 1997. Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia de 1998 a 2001 no Hospital Universitário Evangélico de Curitiba. Especialização em Cirurgia da Mão no Hospital XV – Curitiba durante o ano de 2002. Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Atua em Ponta Grossa desde 2012 Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Formado pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Cascavel – PR em 2008. Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia pela Universidade Federal do Paraná, Curitiba – PR, de 2011 a 2013. Especialização em Cirurgia do Ombro e Cotovelo, Curitiba – PR, durante o ano de 2014, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Hospital Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, Hospital do Trabalhador e Hospital XV credenciada a Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo. Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). . Atua em Ponta Grossa desde 2015. Atende aos Hospitais: Bom Jesus e Hospital Geral Unimed.

Os procedimentos ambulatoriais são prestados por médicos no próprio ambulatório da Clínica, incluindo a realização de curativos, pequenas cirurgias, atendimento pós- trauma, enfim procedimentos que não exijam pernoite do paciente e estrutura mais complexa.

A Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia disponibiliza estes serviços e hoje conta com salas para curativos, sala para pequenas cirurgias e sala específica para colocação e retirada de gesso, além de todos os profissionais necessários para a prestação destes serviços com máxima qualidade.

Com o avanço tecnológico dos aparelhos de Raio X, assim como dos filmes e ecrans fluorescentes, reduziu-se expressivamente a dose de radiação, o que tornou estes exames inofensivos à saúde, desde que realizados por profissionais devidamente habilitados dentro de padrões pré-estabelecidos.

O tratamento é baseado no uso de um aparelho que emite ondas sobre o tecido lesionado, estimulando uma nova circulação local e liberação de substâncias anti-inflamatórias locais, levando a uma progressiva cura natural do processo inflamatório-degenerativo.

A Terapia Por Ondas de Choque é indicada para pacientes com doenças crônicas, que já recorreram a métodos tradicionais, como medicação e fisioterapia, sem sucesso. O índice de eficácia atinge até 85% dos pacientes que utilizaram o tratamento extracorpóreo.

Tratamento: fisioterapia, repouso, alongamentos e antiinflamatórios resolvem a maioria dos casos. Nos casos crônicos e sem melhora com tratamento convencional pode ser indicada a terapia por ondas de choque e a cirurgia como ultima possibilidade de tratamento.

Também conhecida como ombro congelado , trata-se de um processo inflamatório da cápsula articular do ombro de origem ainda desconhecida. É mais comum em mulheres na quarta e quinta décadas de vida. A doença é descrita como tendo três fases. A primeira fase inicia com um processo cicatricial na cápsula articular que se manifesta com dor importante no ombro e limitação progressiva dos movimentos. A segunda fase é caracterizada pela fibrose da cápula. Os movimentos do ombro tornam-se bastante limitados e a dor diminui em certo grau. Na terceira fase os movimentos começam a retornar ao normal e a dor vai desaparecendo naturalmente. Esta evolução em tr6es fases pode durar até dois anos.

Tratamento: a fisioterapia associada aos bloqueios anestésicos, é um excelente método de tratamento, podendo resolver mais de 90% dos casos. Quando não existe resolução após os tratamentos conservadores a liberação da cápsula por vídeo artroscopia é uma boa opção.

Nessa luxação há ruptura do lábio inferior da glenóide (lesão de Bankart), diminuindo a cobertura da articulação e criando um ponto de fragilidade, que no movimento de rotação externa é forçado e ocorre a perda da continuidade da articulação.

Há várias técnicas para recolocar no lugar a articulação. Essas técnicas devem ser feitas apenas por profissionais habilitados pois há o perigo de interposição de nervos e vasos ou até mesmo de fratura do úmero durante uma manobra feita de forma errada, portanto se não houver esse profissional no local a melhor escolha é levar o paciente a um hospital.

Em pessoas de menos de 20 anos que tenham luxado o ombro por esse mecanismo há aproximadamente 90% de chance de reluxação. Se ocorre um segundo episódio, mesmo em idades mais elevadas, há aproximadamente 100% de chance de reluxação.

O tratamento deve ser orientado por um médico habilitado em cirurgia de ombro e cotovelo preferencialmente por via artroscópica, já que com essa técnica há mínima invasão e mínima lesão, promovendo assim o retorno precoce às atividades.

Tratamento: quando não existe a ruptura destes tendões, o tratamento com antiinflamatórios, fisioterapia ou infiltração geralmente é resolutivo. Quando ocorre a ruptura dos tendões, geralmente existe a necessidade de correção com cirurgia. Atualmente, a técnica de cirurgia por vídeo é uma excelente opção para realizar a reparação destes tendões, proporcionando resultados bastante satisfatórios.

Originalmente esse osso auxilia a estabilização do ombro e serve como proteção para as estruturas nobres do plexo braquial como artérie e nervos. Devido à proximidade dessas estruturas muitas vezes a fratura da clavícula sem redução(correção) adequada pode causar compressão do plexo ou síndrome do desfiladeiro torácico.

Caso haja grande desvio inferior de um dos fragmentos colocando em risco o plexo, possibilidade de perfuração da pele pela ascensão de um dos fragmentos ou grande desvio sem capacidade de consolidação a cirurgia pode estar indicada.

A tendinite calcárea é uma causa comum de dor no ombro tanto do atleta como do sedentário. Sua origem é ainda não compreendida e mas em geral é uma patologia autolimitada. A dor pode ocorrer por 2 mecanismos: o químico,que ocorre principalmente na fase de reabsorção da calcificação, e o impacto do acrômio no aparelho burso-tendíneo do ombro com aumento de área devido à presença da calcificação.

O tratamento é na maior parte dos casos conservador com antiinflamatórios não hormonais, infiltrações(nunca mais que 3 ou 4 de acordo com os padrões atuais adotados) e reabilitação com reabilitação. Em sua falha orientamos o tratamentocom terapia por ondas de choque e como ultima opção o tratamento cirúrgico por artroscopia.

Essa lesão muitas vezes é representada por aquela dor crônica no ombro que não melhora com fisioterapia e que aparece apenas em algumas posições específicas. Um exemplo é quando fazemos pulley ou o supino, principalmente o inclinado. A dor não é incapacitante, a não ser em atletas arremessadores.

O tratamento é baseado no uso de um aparelho que emite ondas sobre o tecido lesionado, estimulando uma nova circulação local e liberação de substâncias anti-inflamatórias locais, levando a uma progressiva cura natural do processo inflamatório-degenerativo.

A Terapia Por Ondas de Choque é indicada para pacientes com doenças crônicas, que já recorreram a métodos tradicionais, como medicação e fisioterapia, sem sucesso. O índice de eficácia atinge até 85% dos pacientes que utilizaram o tratamento extracorpóreo.

Lombalgia é toda experiência dolorosa na coluna lombar (região da cintura) que pode variar de intensidade, desde um desconforto e pequena limitação, até a incapacitação temporária do paciente.

O paciente pode se queixar de dor na coluna e ter associado uma alteração de sensibilidade nos membros inferiores (sensação de choque, formigamento, queimação, agulhadas, câimbras, perda de sensibilidade) ou se queixar de dor na coluna e ter associado uma perda de controle muscular nos membros inferiores, bexiga ou intestino (dificuldade de movimentar os membros inferiores, dificuldade para andar, perda do controle da bexiga ou intestino).

Os nervos lombares e sacrais são responsáveis pelo controle das funções de força muscular, sensibilidade e reflexos dos membros inferiores e controle da bexiga e intestino (esfíncteres vesical e intestinal).

Não se deve fazer tratamentos alternativos e nem tratamentos com pessoas sem formação médica. Não se deve iniciar tratamentos sem a correta avaliação do caso, isto inclui a avaliação médica, exames de radiografia, exames complementares de tomografia computadorizada, ressonância magnética, eletroneuromiografia, exames laboratoriais entre outros.

Os fatores de risco para a dor na coluna incluem: idade, desequilíbrio muscular (sedentarismo), fatores posturais, tabagismo, esforços físicos, fatores psicológicos (ansiedade, depressão, estresse), causas genéticas, infecções, doenças reumáticas, tumores, osteoporose entre outras doenças associadas.

As causas mais comuns de ciatalgia são as hérnias de disco (ruptura das cartilagens entre as vértebras) e os processos degenerativos das vértebras (os populares bicos de papagaio), que comprimem os nervos lombares ou sacrais causando dor lombar e irradiação para os membros inferiores.

Os objetivos do tratamento da dor na coluna e da ciatalgia são: o pronto retorno às funções normais, diminuir os prejuízos ao paciente e à sociedade (dias sem trabalhar, gasto com medicamentos), minimizar as chances de operações e usar estudos diagnósticos eficientes (não pedir exames em excesso ou desnecessários).

O tratamento da lombalgia e da ciatalgia inclui o uso de medicações anti-inflamatórias e analgésicas, infiltrações nos pontos dolorosos, infiltrações na coluna e nos nervos, repouso, fisioterapia, exercícios de reabilitação, uso de coletes, acupuntura e na falha de todas estas alternativas também é indicado a cirurgia.

É importante lembrar que apenas 1 a 2% dos casos de patologia de coluna tem indicação de cirurgia, a maioria dos casos são de tratamento conservador, ou seja, são tratados com medicamentos, repouso, fisioterapia, coletes, exercícios de reabilitação, acupuntura, cuidados posturais.

O paciente deve sempre ser informado sobre sua patologia, os tratamentos realizados, a evolução da doença , e decidir em conjunto com seu médico a melhor forma de tratamento. Quando indicado o tratamento cirúrgico deve ser informado como será a cirurgia, duração, uso de próteses, riscos, cuidados pós-operatórios, uso de coletes após a cirurgia, tempo de reabilitação e limitações que a cirurgia causará.