Alegria Dos Bichos Pet Shop

Pet Shop

Cheio 60%

Em formação


alegriadosbichospetshop.blogspot.com.br
+55 35 3715-1619
R. Peru, 127 - Jardim Quisisana, Poços de Caldas - MG, 37701-231, Brasil

Localização

Descrição


O Labrador Retriever é dotado de um bom olfato, característica que fez com que a polícia, exército e alfândega se interessassem por ele. Tem uma grande capacidade para detectar qualquer tipo de objetos e substâncias, por isso é utilizado para encontrar drogas e explosivos e, dentre outras funções, já ajudou na busca de sobreviventes em escombros.

Especula-se que o Labrador Retriever seja proveniente da ilha de Terra Nova, onde os antepassados dessa raça eram utilizados para caça no século XVIII. Um século depois, foi exportado para a Grã Bretanha e os aristocratas o usaram principalmente como cão condutor e de luta. No começo do século XX os padrões da raça foram estabelecidos e hoje em dia se tornou um mascote bem comum. Seus antepassados caçadores não se perderam e esse cão tem estado há muito tempo exercendo o trabalho de cão de caça de faisões, de patos e outras aves selvagens.

O Labrador Retriever é um cão energético, complacente e carinhoso com seus companheiros. É obediente e se adapta bem à vida familiar, precisa estar integrado a ela. É dotado de uma grande memória e é fácil de adestrar. Gosta de brincar com as crianças e sapatear na água. Não gostam de solidão e indiferença, se passam muitas horas sozinhos podem causar algum desastre.

É um cão forte, compacto, largo e de costas curtas. Tem extremidades bem desenvolvidas e esqueleto forte. Seus pés são compactos e redondos, o que os ajuda a serem bons nadadores. As orelhas são caídas perto da cabeça e tem uma cauda grossa na base, que vai afinando progressivamente. Está recoberto por pelos curtos, densos e ásperos, que são impermeáveis e podem ser pretos, marrom ou caramelo.

Essa é uma raça muito ativa e precisa ter passeios e jogos regulares proporcionais à sua atividade. O exercício faz parte de seu bem estar tanto físico (porque ele tende ao sobrepeso) quanto mental. Se o cão fica entediado isso pode se manifestar com uma conduta destrutiva.

Alguns problemas de saúde do Labrador Retriever surgiram por sua popularidade e cruzamentos consanguíneos para aumentar as crias da raça. A displasia coxofemural e de cotovelo, a atrofia progressiva de retina e a epilepsia são os males mais comuns

É frequente, hoje em dia, nos referirmos a essa raça simplesmente como Labrador, apesar de no geral isso ser incorreto. Ele é um recuperador de caça (retriever, em inglês). O Labrador Retriever, um importante membro do grupo dos cães de caça, é um caçador profissional. O Labrador Retriever como mascote procede de cães caçadores que trabalharam duro e que podiam passar horas e mais horas com aves de caça das terras do Norte, sobre terrenos irregulares.

Para conhecer as origens da raça, devemos nos fixar na península de Labrador, mais exatamente na ilha que fica em sua costa sul, conhecida como Terra Nova. A rica história da ilha, habitada em suas origens por esquimós de Dorset, remota ao século XV. De qualquer forma, não foi até o século XVII quando se converteu no refugio de pescadores selvagens.

Acredita-se que esses pescadores nadaram até a ilha depois de abandonarem seus barcos que passavam perto dela. Como pescadores tendem a ser espíritos livres, a ilha continuou sem leis nem governo de nenhum tipo durante os séculos seguintes, apesar de ser habitada por esses homens.

Os primeiros cães da ilha de Terra Nova remetem a esses pescadores, já que não existem registros de que os esquimós tiveram cães e nem havia nenhum ali quando os pescadores chegaram. O Labrador Retriever foi chamado faz tempo de Cão Menor de Terra Nova, pois se supunha que ele era parente da raça de cães Terranova. Mas os cães dessa raça são maiores, com pelagem mais abundante, com ossos fortes e mostram muito a influência de suas origens Mastin. Ainda assim, tanto o Terranova quanto o Labrador Retriever compartilham uma característica única: os dedos palmeados.

O terreno e o clima de Terra Nova são severos, e isso requer um cão que tenha apoio firme nos pés, possua resistência e capacidade de flutuar. O tamanho do Labrador importava muito, já que era necessário um cão pequeno que pudesse caber sem problemas em seus barcos. Os pés palmeados deste cão nos falam de sua boa capacidade para nadar, inclusive nas águas geladas e inóspitas do Atlântico Norte.

Entre as outras características dos Labradores modernos adequadas para um cão forçado a sobreviver nas brutais costas de Terra Nova, está a pelagem espessa e impermeável, tão necessária para sobreviver naquelas condições.

Outra característica importante é seu peito largo, necessário para nadar nas fortes ondas e correntezas do Atlântico Norte. Como a ilha é rica em caça, os pescadores podiam usar seus cães para variar e completar sua dieta com as aves da ilha. Os habitantes de Terra Nova importaram cães de caça de qualidade da Inglaterra, ainda que houvessem diferenças quanto ao tipo, pois a divisão entre tipos de cães de caça veio muito tempo depois.

Os Labradores não eram os únicos cães que haviam na ilha, já que os colonos traziam exemplares de outros tipos. De todas as formas, na medida que a reputação deles foi crescendo, os outros cães começaram a ser substituídos por eles. Como a disposição e habilidade do Labrador eram tão respeitadas, os caçadores e os esportistas o consideraram seu favorito. Os cães recuperadores de caça substituíram os Pointers e os Setters, que antes haviam acompanhado esses esportistas e caçadores.

Apesar do Labrador Retriever que conhecemos hoje em dia ter três cores aceitáveis, os cães de Terra Nova eram principalmente negros. Esses pequenos cães negros foram às vezes chamados de “Cães de Água de San Juan” e diziam que era melhor que qualquer outro cão para caça, sem dúvidas.

Um fato frustrante para os entusiastas dessa raça é que os habitantes de Terra Nova não conservavam registros dos cães em quem confiavam tão cegamente. A sobrevivência naquela ilha desolada era uma ocupação tão intensa e esforçada que não sobrava tempo livre para qualquer registro.

O segundo e terceiro conde de Malmsbury tem o mérito de ter exportado esses famosos cães para a Grã Bretanha. O terceiro conde, o criador pioneiro desses cães, recebe o mérito de ter trocado o nome de “Pequenos Cães de Terra Nova” para Labrador Retriever.

Esses aristocratas e outros como eles mantiveram a pureza da raça fazendo com que cruzassem apenas com cães trazidos de Terra Nova, já que eram excepcionais por suas habilidades na natação, recuperar a caça e na luta.

Em 1870, a raça foi descrita como simétrica e elegante, e seu temperamento era elogiado e considerado com um requisito para sua utilidade. Não há duvida que o compromisso dos primeiros criadores de conseguir um temperamento digno de confiança para eles contribuiu para a enorme popularidade da raça como cachorro de família.

Em 1903, o Labrador Retriever foi reconhecido como cão de raça pelo Kennel Club e no ano seguinte foi classificado dentro do grupo de cães de caça. Existe uma confusão nos registros desses primeiros tempos, porque alguns cães eram chamados de “Golden” e outros “Labrador”, mas sem nenhuma indicação a respeito do tamanho de seus pelos.

Assim, os “Golden Retrievers” poderiam realmente ser apenas Labradores Retrievers de cor caramelo. Este foi o começo dos tempos do entusiasmo por cães de raça pura. Deve-se dizer que hoje em dia muitas pessoas não sabem diferenciar um Labrador caramelo de um Golden Retriever.

Os melhores Labradores caramelo nos levam a um cão chamado Bem of Hyde, que nasceu em 1899. Foi criado com várias excelentes fêmeas negras e seus genes estão fixados firmemente nos canis em que se criam os melhores Labradores caramelo de toda Inglaterra. Ainda que os cães negros predominem sobre as outras cores, o período pós Segunda Guerra Mundial marcou um aumento na popularidade de Labradores caramelo.

A família real britânica esteve associada durante muito tempo ao Labrador. O rei Jorge VI e a rainha Isabel I apoiaram os Labradores nas exposições através de seu canil chamado Wolverton (atualmente chamado Sandrigham). O rei inscreveu alguns cães na exposição canina de Crufts nos anos 20 e 30. A rainha inscreveu seus próprios cães nas provas de campo (para mostrar o tipo de pessoas que se sentiam atraídas nesse tipo de provas na Inglaterra).

Hoje em dia a família real britânica segue dando apoio às provas de campo, e o campeonato anual acontece em sua propriedade de caça de Sandrigham, em East Anglia. O único campeonato canino que rainha assiste é o Campeonato Britânico de Retriever, que acontece em dezembro.

Apesar do talento do Labrador Retriever, que sempre são os melhores competidores tanto em provas de campo como nas de obediência, esta raça é só “canina”. Com isso, queremos dizer que o Labrador não é um “super cão”. Mary Feazell, uma admiradora e adestradora de Labradores, afirma que 95% do que o cão pode chegar a ser depende do dono e apenas 5% depende do próprio cachorro.

É uma enorme responsabilidade para o dono desse cão fabulosamente talentoso. São poucas as coisas que um Labrador não consegue aprender. Alguns reconhecem centenas de palavras e podem executar dezenas de ordens. Feazell disse que “Sendo realistas, os Labradores nadam bem, mas não podem andar sobre a água”.

Um Labrador Retriever precisa de um dono que se preocupe com ele, tanto se o objetivo é a obediência básica (como “sentar”, “quieto”, “vem”, que seriam as ordens básicas para ter um companheiro de brincadeiras bem adestrado), como se deseja metas mais elevadas, como provas de obediência, de campo, as de agilidade, de trabalho, etc. Muitos Labradores são tão inteligentes e tem um desejo tão forte de agradar que acabam se “auto adestrando”.

Os Labradores compreendem rapidamente o que seus donos gostam e o que não gostam. Tais habilidades auto aprendidas incluem vir quando é chamado, ficar onde dizem, não escapar pela porta cada vez que a abrimos, não pular nas visitas, permitir que o toquem e o acariciem, não fazer bagunça dentro de casa, etc.

Isso não deve ser mal interpretado, os Labradores devem aprender com você o que podem ou não fazer. Isso não é muito diferente de educar uma criança, os pais devem estar ao seu lado se querem que o filho cresça e amadureça de forma correta. Os pais ausentes não disciplinam, não ajudam e nem ensinam seus filhos. Os Labradores devem receber adestramento suficiente para se controlarem, obedecerem às ordens e agradar o proprietário.

O dono é quem controla em que tipo de cão o Labrador se tornará. O dono que proporciona o adestramento, orientação, ânimo e válvulas de escape para sua energia e empolgação terá um cão controlado e muito companheiro. O Labrador que não obtém uma orientação correta por parte de seus “pais” pode desenvolver problemas de conduta, entre os quais se incluem hábitos destrutivos, agressividade e morder por medo, mencionando apenas alguns deles.

O proprietário deve moldar seu Labrador para que se converta no cão com que quer conviver. Investir tempo, dinheiro e amor em seu cão pode gerar imensos benefícios. Subestimar o tempo e educação que um cão tão inteligente quanto o Labrador precisa pode ser o pior erro que um dono pode cometer; dedicar o tempo que ele necessita sem pressa o tornará um grande amigo e companheiro.

O cão vira-lata, também conhecido pela sigla de SRD (Sem Raça Definida) é amado por muitos e, ainda assim; segue como um dos animais que mais sofre com o abandono no Brasil nos dias de hoje. Defendido pelos amantes dos animais, esse cachorro ganha boa parte de sua popularidade, justamente, em função da sua natureza desconhecida – que faz com que seja único para quem tem um exemplar dentro de casa.

Inteligentes, espertos e cheios de amor e carinho para dar aos seus tutores, os cachorros vira-lata ganham, hoje, cada vez mais destaque nas mídias – que se enchem de apelos e projetos especiais com o objetivo de diminuir os níveis de abandono dos cães sem raça definida; já que, embora a popularidade do vira-lata cresça, ainda são muitos os que preferem comprar cães de raça ao invés de adotar os que são frutos de misturas diversas.

Outro fator muito importante de saber sobre os vira-latas é que: não é por ser um animal de raças misturadas que obrigatoriamente ele é um animal mais resistente que os demais. Esta lenda vem de muito tempo, pois, quando você adota um animal adulto e que passou toda a vida toda na rua, ou ele não teve encontro com vírus ou traumas que o levariam a óbito ou, de fato, ele é um animal mais resistente (e na ninhada dele, possivelmente, nasceram de 8 a 10 animais e somente ele sobreviveu).

Esse lembrete é fundamental para quem pensa em levar um vira-lata para casa; já que, em muitos casos, pelo simples fato de ser um animal de raça mista, as pessoas deixam de vacinar o animal e de ter os cuidados que teriam com um cão de raça específica por crer que o animal é mais resistente - e este pensamento é errado. Portanto, mesmo que seu cão não seja de raça definida, é fundamental levá-lo regularmente no veterinário, além de vacinar e castrar o animal.

Por ser fruto de misturas e raças diversas, o cão vira-lata não tem uma origem definida – sendo que a descendência de cada um dos animais considerados no grupo sem raça definida varia de acordo com a sua própria história. No entanto, os termos usados para descrever estes animais têm se modificado ao longo das últimas décadas; deixando um pouco de lado a ideia de que o nome vira-lata é sinônimo de algo altamente pejorativo.

Enquanto, há certo tempo, o vira-lata era considerado um cachorro de rua – que tinha esse nome para explicar que, virando latas pelos lugares mais estranhos e em meio ao lixo, esse animal buscava seus alimentos – os cachorros considerados ‘mestiços’ eram chamados pela sigla de SRD.

Hoje em dia, felizmente, essas duas siglas já podem ser consideradas como sinônimos; deixando de lado a ideia de que os vira-latas são cães menos especiais que quaisquer outros, e mostrando que o uso desse termo para se referir a um animal (ou qualquer outra noção ou pessoa) de forma negativa.

Originados a partir da mistura de duas (ou mais) raças, os cachorros vira-lata não apresentam um comportamento que possa ser padronizado – já que boa parte das características que definem a personalidade de um cachorro é proveniente de mais de uma fonte. Nos casos em que a mistura é feita a partir de cães com comportamento calmo e tranqüilo, há mais chances de que o animal sem raça definida nasça com o mesmo tipo de temperamento herdado de seus pais.

No entanto, há muitos casos em que a personalidade e o comportamento dos animais que deram origem ao vira-lata são diferentes e conflitantes e, nesse tipo de situação, fica ainda mais difícil prever qual será o temperamento “natural” do cão – já que ele pode ter influências de genes carinhosos, dóceis, territorialistas e de guarda ao mesmo tempo. Apesar disso, a maioria dos cães vira-lata costuma ser bem dócil.

Seguindo as mesmas premissas do que foi citado em relação ao comportamento dos cães SRD, o aspecto dos vira-latas também não pode ser definido de uma forma geral – já que todas as suas características são definidas a partir de uma série de influências provenientes das raças que lhe deram origem.

Em função disso, os cachorros vira-lata podem ser muito diferentes e destacar aspectos extremamente interessantes, tendo em vista que o tipo de aparência que pode se formar em função da mistura de raças diversas é impossível de se atingir em cães de raças definidas. Esse fato e, inclusive, um dos que mais ajuda a definir o tipo de aspecto que pode ter um cachorro vira-lata – já que ele não é parecido com nenhuma outra raça conhecida.

Por não ter uma origem definida, o cão vira-lata pode sofrer com problemas inesperados ao longo da vida. Em função disso, os cuidados que devem ser tomados com um cachorro sem raça definida devem ser os básicos que se aplicam a todos os animais, como a vacinação e vermifugação anuais, banhos periódicos, escovação da pelagem (em períodos que variam de acordo com o comprimento e a quantidade de pelagem do pet), escovação de dentes diária, passeios frequentes, tosas higiênicas e corte de unhas periódicas, entre outros.

Geralmente, os cães vira-lata destacam uma facilidade grande em se reproduzir e as fêmeas sem raça definida têm cios frequentes e, por isso, é importante que providencie a realização do procedimento de castração – já que, a cada ninhada, uma cadela SRD pode ter até mais de oito filhotes.

A castração também se faz importante para as cadelas sem raça definida em função da piometra – uma grave inflamação uterina que pode afetar a vida delas e até levá-las ao óbito – que pode ser prevenida por meio da realização do procedimento.

Conforme descrito em todos os diferentes itens da ficha do vira-lata, não há como prever que tipo de doença pode afetar a vida de um cachorro SRD e, por isso, é importante que os donos dos bichinhos de estimação desse tipo levem-no para consultas periódicas com um profissional veterinário – garantindo que qualquer tipo de complicação possa ser detectado de forma precoce, permitindo que um tratamento seja iniciado imediatamente e que o animal possa permanecer saudável.

Vale lembrar que, em uma única ninhada, uma cadela vira-lata pode ter até mais de oito crias, e que esses animais podem ser filhotes de pais diferentes e, portanto, mesmo sendo filhos da mesma mãe, não há garantia de que os problemas de um cão sejam os mesmos que os que podem surgir na vida de seus irmãos. Por isso, problemas como o da displasia coxofemoral – surgido, na grande maioria dos casos, de forma hereditária – deve ser considerado nos vira-latas maiores, já que não há como prever a probabilidade de que ele apareça ao longo da vida do animal.

Conforme explicado na introdução da ficha do vira-lata, a origem dos cães sem raça definida é impossível de se definir – já que, desde o tempo em que existem cachorros, já existem exemplares provenientes das misturas de diferentes raças. No entanto, no que esse refere à origem do termo vira-lata, sabe-se que surgiu em função do fato de que muitos deles costumavam viver nas ruas e, por isso, acabavam arrumando o que comer virando as latas de lixo que encontravam.

Embora a denominação tenha se originado a partir disso, com o passar dos anos ela ganhou uma conotação extremamente negativa – fazendo com que (tanto no Brasil como em outros países ao redor do mundo) o termo “vira-lata” fosse usado para indicar itens e até pessoas de pouca ou nenhuma qualidade.

Felizmente, no Brasil, essa conotação negativa tem perdido bastante força ao longo das últimas décadas – e nos dias de hoje, vira-lata e cães sem raça definida (ou SRD) já são sinônimos; ao contrário de tempos atrás, quando a sigla SRD definia um cachorro que era fruto da mistura entre diferentes raças e o vira-lata tinha a conotação negativa explicada anteriormente.

Embora a aparência de alguns dos cães vira-lata possa ser um grande indicativo sobre a sua origem – tendo em vista que, em alguns casos, o filhote da mistura entre duas raças distintas pode ter muitas das características de um de seus pais - na grande maioria das vezes é muito difícil de adivinhar quais foram as raças que geraram o cachorro sem raça definida, já que o filhote não se assemelha muito com seu pai nem com sua mãe.

Embora as características dos cães vira-lata (ou SRD) sejam extremamente variadas – justamente em função de não terem uma raça definida – a maioria dos cachorros desse tipo é de porte médio, e destacam uma pelagem de cores mais neutras, como cinza, bege ou mais puxada para o preto.

Geralmente, os animais vira-lata são dóceis e bastante carinhosos; o entanto, isso não é uma garantia, pois, o temperamento e o comportamento do animal serão definidos de acordo com as raças que lhe deram origem – podendo, portanto, destacar adjetivos dos mais diversos.

Uma das maiores vantagens dos cães em raça definida é capacidade de adaptação que eles tem aos mais variados tipos de ambiente e tipo de convivência – sendo que, quanto maior for a mistura de raças que origina um filhote, maior será o potencial dessa cria de se acostumar com situações de convívio diferentes.

Na grande maioria das vezes, os cachorros vira-lata também destacam um grande nível de inteligência; não sendo uma tarefa difícil ensinar truques, regras e limites para esses animais tão queridos.

 Bastante brincalhões e donos de personalidades fortes, os cães SRD têm a desvantagem de não se poder prever que tipo de doença pode afetar a sua saúde ao longo da vida – já que, sem saber, de fato, quais são as suas heranças genéticas, apontar as complicações que tem maior probabilidade de lhes afetar é algo que se torna uma tarefa praticamente impossível. Por isso, é fundamental que, ao levar um cão vira-latas para casa, os seus tutores tenham em mente que visitas periódicas ao veterinário são necessárias para manter a saúde e o bem-estar do animal.

    A vacinação de cães e gatos é de suma importância para a proteção de seu amigo pet. A vacinação proporciona imunidade sobre a doença, ou seja, faz com que o organismo crie anticorpos necessários para que se um dia, o animal entrar em contato com a doença, ele esteja preparado para combatê-la.

    Para que os animais tenham uma vida saudável e longa devem receber todas as vacinas necessárias.  O filhote que não receber a vacina tem uma grande probabilidade de contrair uma doença infecciosa e não atingir a idade adulta. Já os adultos podem adoecer em qualquer momento de sua vida, se não vacinados.

Para que seu filhote receba a vacina é preciso que esteja saudável, alimentando-se bem e sem presença de vermes. Assim, se faz necessário levar o filhote ao médico veterinário, pois somente ele tem condições de avaliar a saúde do animal, podendo instituir o programa de vacinação mais adequado.

Http://www.portalcantu.com.br/colunistas-do-portal-cantu-parana/item/268-a-import%C3%A2ncia-da-vacina%C3%A7%C3%A3o-em-c%C3%A3es-e-gatos#sthash.fUAtLQEY.dpufA vacinação de cães e gatos é de suma importância para a proteção de seu amigo pet. A vacinação proporciona imunidade sobre a doença, ou seja, faz com que o organismo crie anticorpos necessários para que se um dia, o animal entrar em contato com a doença, ele esteja preparado para combatê-la.

Para que os animais tenham uma vida saudável e longa devem receber todas as vacinas necessárias.  O filhote que não receber a vacina tem uma grande probabilidade de contrair uma doença infecciosa e não atingir a idade adulta. Já os adultos podem adoecer em qualquer momento de sua vida, se não vacinados.

Para que seu filhote receba a vacina é preciso que esteja saudável, alimentando-se bem e sem presença de vermes. Assim, se faz necessário levar o filhote ao médico veterinário, pois somente ele tem condições de avaliar a saúde do animal, podendo instituir o programa de vacinação mais adequado.

- Cinomose, Hepatite Infecciosa canina, Doença Respiratória causada por Adenovirus tipo 2, Coronavirose canina, Parainfluenza canina, Parvovirose canina e infecções por leptospira canina e Leptospira Icterohemorrhagiae.

Shih Tzu é uma companhia amável e viva. Ainda assim, são extremamente discretos e satisfeitos – considerando que eles recebam quantidade adequada de atenção. Eles gostam de ficar no colo, receberem carinho, afeto e amor de seus donos e ficam perfeitamente felizes sentados no sofá com você por horas enquanto você mexe com ele. Essa é uma raça nobre – algumas vezes se traduz em arrogância e insolência, outras em coragem e educação – mas eles nunca são orgulhosos demais para rolar no chão com um precioso brinquedo barulhento.

O Shih Tzu é originário da China onde foi um animal sagrado nos palácios. Seus ancestrais são cachorros procedentes do Tibet chamados Lhassa Apso, que o Dalai Lama deu de presente aos imperadores chineses no século XVII. Devido ao isolamento chinês, o cruzamento de raças era feitos em segredo, mas se supõe que esses cachorros tibetanos cruzaram com o Pequinês dando origem à raça Shih Tzu. Até o início do século XX, o Shih Tzu não era conhecido fora da China.

O Shih Tzu é independente, brincalhão, curioso e sempre tentará ter sua vontade satisfeita. Ele gosta de ficar perto dos donos e ser mimado, mas também gosta de desfrutar de certa liberdade. Às vezes pode parecer que ignora as ordenes, o proprietário do cãozinho desta raça deve dar a ordem amável e firmemente para que tenha efeito. É um cachorro muito sociável com outros cachorros e com outros animais, especialmente com os gatos. Com estranhos se mostra muito afável.

O Shih Tzu é um cachorro robusto, sólido e bastante peludo. Tem patas bem curtas, com bons ossos e musculosas. A cabeça é grande e redonda, orelhas largas, caídas e cheias de pelos. Tem a cauda alta sobre as costas e parece um espanador de pelos longos. O pelo é longo e denso e pode ser de todas as cores.

O Shih Tzu requer um cuidado diário com os pelos, seja para prevenir que eles embaracem ou para evitar arranhões nos olhos. É um cachorro que também precisa de limpeza dentária regular. É recomendado que não fique exposto a altas temperaturas e limpar as necessidades para evitar que as coma.

Embora houve tempos em que os chineses e os tibetanos cooperaram entre eles, existiram conflitos entre esses dois países desde o sec VII. Em nome da diplomacia, os nobres tibetanos às vezes casavam jovens da realeza chinesa. Dessa forma haviam trocas de presentes e muitas vezes os presentes eram cachorros, sendo a origem do Shih Tzu encontrada nesses presentes.

Dizem que o Lhasa Apso, raça tibetana e antepassado direto do Shih Tzu, existe desde 800aC, mas não há evidências tangíveis sobre isso. Por essa relação é que muitos atribuem o Shih Tzu como um cão tibetano.

Os cachorros eram oferecidos como oferendas para que os viajantes tivessem uma boa viagem do Tibet até a China. Os Lhasa Apso não eram considerados animais sagrados, mas ainda assim eram tidos como muito valiosos. Nunca eram vendidos, apenas dados como presentes. Se considerava que os cachorros carregavam almas dos monges que haviam pecado nas vidas anteriores.

Sabemos que é possível seguir o rastro do Shih Tzu e chegar até os cães de origem tibetana. Também devemos mencionar que os cachorros que se encontravam na China nessa época já eram resultado do cruzamento com esses antigos antepassados do Shih Tzu.

Acredita-se que os “cachorros quadrados” que foram aceitos por um imperador chinês em 1760 eram do tipo Chow Chow, ainda que não saibamos seu tamanho. De toda forma, sabe-se que em 500aC não eram apenas cachorros que seguiam a carruagem de seus donos, mas também iam acompanhados de outros cachorros de focinho pequeno. Esses eram levados dentro da carruagem, por isso acredita-se tratar de cachorros bem pequenos.

Em 1908, sua santidade o Dalai Lama presenteou a imperatriz com muitos cachorros. Sua descrição era similar a raça de cachorros-leões que podiam ser vistos naqueles tempos em Pequim. Ela os chamou de Shih Tzu Kou e os manteve separados dos pequineses para preservar as características da raça.

Ainda que os eunucos do palácio continuassem criando os Shih Tzy Kou, é muito provável que fizeram muitos experimentos de cruzamentos, criando assim uma divergência quanto ao tipo. Acredita-se que eles criaram três tipos de cachorros pequenos: o Carlino (Pug), o Pequinês e o Shih Tzu.

Além de seu incrível bom aspecto, o cão Shih Tzu também tem um caráter dos mais encantadores e é de um tamanho manejável. Manter um Shih Tzu com a pelagem longa e charmosa requer muito trabalho. Apesar disso, é um mascote que pode ter a pelagem curta se o dono assim preferir.

Trata-se de uma raça bem pequena, ainda que outras possam ser ainda menores, e é inclusive exibida em alguns países no Grupo de Raças Miniatura ou de Companhia. Além disso, é forte e robusto para seu tamanho. Devido a sua robustez, o Shih Tzu é perfeitamente capaz de sair para longos passeios, ainda que os passeios curtos também os façam bem.

O padrão da raça descreve o cachorro de raça Shih Tzu como inteligente, ativo, alerta, amistoso e independente. É realmente uma raça inteligente, não necessita que lhe dêem constantemente novas coisas pra fazer. Esse cachorro utilizará sua inteligência e ingenuidade para encontrar coisas para fazer e é muito divertido assistir o Shih Tzu planejar o que vai fazer.

O Shih Tzu é sem dúvida um cachorro alerta aos barulhos e ao que acontece a sua volta, mas pode decidir ou não tomar parte ativa ao que acontece. Decidirá o que quer fazer e, apesar de se tratar de uma raça encantadoramente amistosa, tomará sua decisão à medida do quanto quiser se envolver.

Esta não é uma raça energética nem excessivamente barulhenta, mas como outros cachorros, dará um latido quando quiser. O Shih Tzu adora estar com as pessoas, quando estão com os donos estão mais felizes e preferem formar parte de uma família a estar em um canil. Mesmo que alguns Shih Tzu participam das competições de Mini Agility e de obediência, não é uma raça famosa particularmente pela obediência, devido a sua natureza independente.

A maioria dos Shih Tzu se relaciona muito bem como outros cachorros, frequentemente os donos podem ter vários cachorros, machos e fêmeas, juntos. Claro que os temperamentos individuais variam, então se deve sempre observá-los de perto, principalmente os machos. Não são, de modo algum, cachorros agressivos, mas se manterão firmes se forem atacados. Por causa disso, em alguns casos não é uma boa ideia deixar machos que foram reprodutores juntos. As fêmeas podem ter um temperamento mais forte na época do cio, quando é bom ter cuidado. Apesar disso e em geral o Shih Tzu é um animal muito sociável em todos os sentidos.

Como o próprio nome sugere, o Lhasa Apso é nativo da capital do Tibet (Lhasa), e tornou-se conhecido no Ocidente no início do século XX. Alguns falam que eles apareceram cerca de 800 a.C das mãos dos monges e nobres tibetanos. Outros acreditam que a origem do Lhasa Apso não é tão antiga, e especulam que a raça é resultado do cruzamento do Terrier Epagneul Tibet com o Tibetano.

Embora o seu local de origem não seja conhecido com certeza, tudo indica que a raça apareceu pela primeira vez em regiões próximas à Malásia, sendo que o tipo de cão desta raça mais antigo já podia ser encontrado há cerca de 4 mil anos, conforme citado anteriormente. Segundo estudos não muito antigos, os Lhasa Apso fazem parte de um grupo de cães que contam com ligações diretas com os lobos, e passou a ser domesticado há aproximadamente 3 mil anos; podendo ser considerada uma das raças conhecidas há mais tempo em todo o mundo.

Reconhecida pela AKC – American Kannel Club em meados da década de 1930 como uma raça pertencente ao grupo dos Terrier, a Lhasa Apso começou a aparecer e se popularizar no ocidente durante esta mesma época; sendo, hoje, uma das raças mais queridas e conhecidas em todo o mundo – além de uma das favoritas entre os donos de pets que são moradores de apartamentos.

O Lhasa Apso é independente e, em muitas ocasiões, sua personalidade pode parecer mais com a de um gato. É muito desconfiado e reservado, porém extremamente inteligente, calmo, brincalhão e alegre. Mas não ache que o Lhasa Apso é um brinquedo. Eles são bastante atentos e teimosos.

Bastante esperta, a raça ocupa a posição de número 68 na lista dos cachorros mais inteligentes do mundo, e ensinar truques e comandos para ela não é uma tarefa muito complicada – sendo que este processo se torna ainda mais simples quando os ensinamentos são iniciados enquanto o cão ainda é um filhote.

Amigável e bastante sociável com humanos e outros animais, o Lhasa Apso é um cão que possui um nível moderado de energia e; portanto, não é do tipo que precisa de muitas atividades físicas para se manter saudável - no entanto, pequenos passeios diários são indicados.

Seletivo no apego, o cão desta raça costuma escolher uma única pessoa da família para oferecer e receber carinhos e proteção, não dando muita bola para o restante dos integrantes do lar. No entanto, essa é apenas uma noção geral da raça, e muitos Lhasa Apsos também podem ser extremamente apegados a mais de um membro de sua família.

Embora seu pequeno porte e certa fragilidade impeçam que estes cãezinhos tenham grandes habilidades para proteger seus donos, ele ainda pode ser considerado como um bom cão de alerta – já que, ao se sentir desconfiado, costuma latir muito (e de maneira bem aguda) para chamar a atenção de seus proprietários sobre possíveis perigos.

Os cachorros da raça Lhasa Apso são pequenos e robustos. Seus pelos podem ser retos e duros, longos e abundantes. Suas orelhas são caídas e com bastante franja. As cores mais comuns são: areia colorida, mel, dourado, preto, cinza, branco, entre outras.

Embora seja um animal pequenino, esses cães contam com quadris e coxas fortes e bem desenvolvidas, sendo que a área do seu pescoço também é bastante “troncuda”, e mais proeminente nos machos do que nas fêmeas.

Dono de uma pelagem vasta e comprida, o Lhasa Apso destaca pelos na face que formam uma espécie da barbicha, além de um “topete” longo e que costuma cair sobre seus olhos (devendo ser constantemente preso para que não incomode a visão e a região ocular do animal).

A pelagem do Lhasa Apso exige cuidados regulares e você deve ter a consciência que ele necessita de escovações diárias para evitar nós e irritações da pele. Seus olhos são muitos sensíveis e recomenda-se que eles sejam limpos diariamente com algodão molhado.

No geral, a quantidade abundante de longos pelos em seu corpo é o motivo de maior preocupação e cuidados para os donos de cães da raça Lhasa Apso. Em função disso, os pelos da parte superior de sua cabeça devem ser sempre presos (de alguma forma que não os machuque) ou aparados com constância, impedindo problemas na região ocular – que podem ser comuns em cães da raça.

Além disso, a frequência das tosas higiênicas nestes cães deve ser maior que em outras raças, já que o crescimento de pelos na região das patas também pode influenciar na ocorrência de acidentes por escorregões em superfícies mais lisas.

Conforme citado, as escovações diárias e banhos com certa frequência (semanais, de preferência) também são fundamentais na vida dos cães Lhasa Apso, já que estas ações podem ajudar a prevenir problemas causados pelo acúmulo de sujeira na pelagem; como dermatites de pele.

Os Lhasa Apsos costumam ter uma saúde muito boa, no entanto, em alguns casos, os cães da raça podem sofrer de displasia da anca, problemas renais, problemas de visão ou úlceras. Dona de olhos extremamente sensíveis, esta querida raça pode desenvolver problemas como o da Atrofia Progressiva da Retina; que, além de ser muito incômodo, quando desenvolvida também pode levar o cachorro a ficar cego.

Outra doença rara e que, em casos mais isolados, pode se manifestar nos Lhasa Apsos é a Displasia Renal, que pode ser uma complicação fatal e não apresentar nenhum sintoma no animal. Embora o problema seja raro, é bom ficar atento aos sinais que a doença apresenta quando gera sintomas, que incluem prostração, falta de apetite, perda de peso, consumo exagerado de água e urina extremamente clara, quase transparente.

A origem do Lhasa Apso se perdeu há muito tempo. É uma raça antiga, criada e reverenciada nas aldeias e mosteiros do Tibete. Embora não se saiba, concretamente, detalhes sobre a origem da raça, muitos acreditam que foi em regiões próximas à Malásia (como o Tibete) onde ele foi visto primeiramente, e calcula-se que isso tenha ocorrido há cerca de 4 mil anos.

Sua origem fica ainda mais conectada ao Tibete quando se pensa no nome dado à raça: Lhasa – que é a capital do local – e Apso, que conta com duas definições distintas acreditadas por estudiosos: uns creem que vem de uma palavra tibetana que significa ovelha, enquanto outros afirmam que a palavra vem da função de cão sentinela que era exercida pela raça nos mosteiros.

Domesticado há quase 3 mil anos, o Lhasa Apso pode ser considerado um dos cães conhecidos há mais tempo no mundo. Sua história está ligada com as crenças budistas, incluindo a crença da reencarnação. Esses caninos também tinham um papel de cães de guarda dos mosteiros, emitindo um alerta para os visitantes, dando assim origem ao seu nome nativo de Abso Seng Kye (Cão-Leão Sentinela que Late).

Bonito e vistoso desde sempre, o cão Lhasa Apso era considerado tão valioso quanto uma joia rara na época em que atuava como “cão de guarda” nos monastérios, e era comumente oferecido como um presente especial aos integrantes da corte imperial chinesa – por quem também era considerado como um amuleto de sorte.

Na verdade, quando a raça chegou à Inglaterra, era chamado de Lhasa Terrier, embora não tenha nada de terrier. Os primeiros exemplares do Lhasa Apsos foram vistos no mundo ocidental a partir da década de 1930, quando foram oferecidos ao 13º Dalai Lama como um presente de sorte e agrado.

Confundida com os cães da raça Shih-Tzu com bastante frequência (já que o Shih-Tzu é produto da mistura entre o Lhasa e o Pequinês), acredita-se que o Lhasa Apso foi originado a partir do cruzamento entre o Terrier Tibetano e o Spaniel – apresentando muitas das principais características das raças que lhe deram origem: como os pelos longos e o porte compacto.

A raça foi aceita no grupo Terrier do AKC em 1935, mas foi depois transferida para o grupo de cães não esportivos, em 1959. Após um início lento, o Lhasa logo ultrapassou seus companheiros de raça tibetanos e se tornou um querido cão de estimação e de exposição.

Companheiro e bastante apegado ao seu dono, a Lhasa Apso é, hoje, uma das raças de cães mais queridas entre os brasileiros e também no resto do mundo – podendo ser vista com bastante frequência nas ruas e, principalmente, nos apartamentos de grandes cidades.

Curiosamente, no Brasil, a raça já é famosa há certo tempo, já que foi homenageada pelo desenhista Maurício de Souza como um de seus personagens nos quadrinhos da Turma da Mônica. Embora muitos não saibam deste detalhe, o cachorro Floquinho (o pet canino do clássico personagem Cebolinha) é um exemplar da raça Lhasa Apso, destacando um corpo completamente coberto de pelos lisos e que vão até o chão – justamente como os queridos peludos do tipo.

Procurando um cachorro pequeno, peludo e duradouro? Aquele ideal para a vida em apartamento? Fique tranquilo, o Lhasa Apso é a escolha certa para você. Com expectativa de vida de 18 anos, ele será um amigo fiel – sendo que, quando cuidado de maneira extremamente cuidadosa e contando com um pouco de sorte, pode chegar a viver até cerca de 20 anos.                             

Embora sejam animais com nível médio de energia e que, na maioria das vezes, vivem em apartamentos - os cães da raça Lhasa Apso necessitam de exercícios diários para manter sua atitude otimista, e não devem ser deixados dentro de casa sem atividades por muito tempo; já que isso pode prejudicar a sua saúde. Portanto, ar fresco, caminhadas em parques, ambiente abertos e arborizados são ótimas pedidas para que o cão se exercite e se mantenha saudável.

Por terem vida longa, problemas de saúde podem aparecer quando o cão se torna mais idoso. Displasia da anca, problemas renais, doenças respiratórias e de pele são alguns dos exemplos dos problemas que se tornam mais possíveis na vida dos Lhasa Apso velhinhos. Por serem donos de olhos bastante sensíveis, os cães da raça merecem atenção especial nessa região (e isso em qualquer idade), já que pode desenvolver complicações com certa facilidade.

A Atrofia Progressiva da Retina é uma das complicações oculares que podem aparecer nos cachorros Lhasa, trazendo a possibilidade de que o cão perca a sua visão por completo. Portanto, ao notar qualquer sinal atípico no seu cão desta raça, leve-o para uma consulta com um veterinário, garantindo que o problema seja resolvido da maneira mais rápida e correta possível.

A Displasia Renal é outro problema perigoso que pode se desenvolver nos cães da raça em casos mais raros, podendo, inclusive, levar o cachorro à morte. Caracterizado por sinais como o consumo exagerado de água, urina transparente e perda de peso, essa doença é séria e perigosa; já que, em muitos casos, o cão afetado não apresenta nenhum tipo de sintoma – desenvolvendo o problema e maneira silenciosa.

Escovações e banhos regulares são os principais cuidados que você deve ter com esses pequenos – evitando que haja o acúmulo de sujeira em sua pelagem e, consequentemente, o aparecimento de doenças diversas de pele como a dermatite. Mas atenção com seus pelos longos, eles podem fazer com que você esqueça, por exemplo, de higienizar as orelhas e os olhos do animal, e realizar essa higiene é fundamental para manter seu pet feliz e longe de problemas.

Donos de uma grande intuição e ouvidos apuradíssimos, os cães Lhasa Apso são capazes de perceber barulhos a longa distância; aos quais costumam reagir com certa desconfiança e latir sem parar para alertar seus donos sobre uma possível situação de perigo.  Seus olhos são escuros, redondos e de tamanho médio, e é indicado que os pelos da parte superior de sua cabeça permaneçam presos de alguma forma – evitando que os fios possam entrar nos olhos do cão e causar incômodo.

Apesar de sua aparência de cãozinho de colo, o Lhasa Apso tem temperamento forte, e é corajoso, independente e teimoso – embora também seja muito carinhoso com seus proprietários. E se existe uma coisa que o deixa feliz, é um cochilo ao lado de seu dono; já que a raça adora deitar e fazer nada durante horas e horas, recebendo, apenas, cafunés.

Organizações mais próximas